Aprenda em 3 horas de entrega o que anos de formação clássica ainda não entregaram: o elo entre o que a psicanálise descreve e o que a neurociência prova — aplicado diretamente ao seu manejo clínico de alto padrão.
Fique Atento
Tem formação sólida. Estudou autores clássicos da Psicanálise, fez especialização, investiu anos e dinheiro real na sua trajetória.
E mesmo assim — tem algo que não fecha.
Quando a sessão trava no mesmo ponto pela quinta vez, quando você percebe que o paciente está repetindo os mesmos padrões há meses, existe um momento, breve e silencioso, em que você não sabe exatamente o que fazer.
Não é ignorância. É o espaço entre saber a teoria e o manejo clínico exato para intervir com precisão cirúrgica, sem adivinhação no caso do seu paciente que trava nos mesmos padrões relacionais.
E esse espaço cobra um preço que ninguém fala em voz alta:
Essa dor tem solução. Mas não está em ler mais um livro ou vídeo gratuito aleatório na internet.
É o que acontece enquanto você ainda adia a busca por uma solução:
Os mesmos relacionamentos que não funcionam. As mesmas queixas com embalagem diferente. Você escuta cada palavra, interpreta — mas a mudança no paciente demora a acontecer (quando acontece). E uma pergunta começa a corroer: estou errando em alguma coisa?
R$ 3 a 5 mil por mês é o faturamento de quem atende bem mas ainda não se posicionou como referência. Para cobrar mais, você precisa entregar mais — com mais clareza. Esse ciclo não se quebra com mais leitura. Se quebra com clareza sobre o manejo clínico ideal.
Seus pacientes chegam tendo lido sobre isso. Colegas falam sobre isso. E você sente que está diante de um território sem mapa. Ignorar parece impossível, integrar sozinho parece arriscado.
Supervisão é cara. É esporádica. Os casos difíceis ficam na sua cabeça depois que o paciente sai da sua sala. Você improvisa mais do que gostaria de admitir. E essa solidão tem peso — um peso que não aparece no currículo, mas aparece na sessão.
Mais um livro não resolve.
Mais uma supervisão esporádica não resolve.
O que falta não é informação — é integração.
Leu mais. Comprou mais cursos. Foi a mais supervisões. E a insegurança continuou lá — aquela sensação de que na prática, toda aquela teoria que você estudou, não vai funcionar para os seus casos clínicos. E não é porque você não se dedicou o suficiente.
Mas porque o problema não é de quantidade de conteúdo.
A maioria dos cursos entrega mais teoria. Mais conceitos, mais autores, mais referências. O que nenhum deles entrega é o elo entre neurociência e psicanálise.
Quando você entende o que sustenta os fenômenos que a psicanálise já descreveu, algo muda na sua postura clínica. Você não só sabe o que fazer. Você sabe por que funciona.
E essa clareza transforma o manejo de tentativa em precisão.
Por cem anos, não havia como verificar o que os clínicos descreviam. Os grandes nomes da psicanálise descreveram a transferência, a repetição, o que acontece quando padrões antigos sobrepõem o presente do paciente. A ciência passou décadas confirmando isso com dados reais.
O que você vai aprender comigo nessa imersão, ninguém no mercado brasileiro faz com essa profundidade: usar esse conhecimento científico não para substituir a psicanálise, mas para confirmar, explicar e aprofundar o que o clínico já pratica.
Quando você entende o que acontece durante a transferência: você não só sabe que ela existe. Você sabe como intervi-la com precisão.
Quando você entende o que mantém os padrões no lugar: você para de se perguntar por que ele continua assim e começa a saber o que está sustentando isso.
Quando você entende o que ocorre durante o manejo: você age com fundamento, não com instinto.
Isso tem nome:
Não é modismo. Não é substituição.
É a sua formação com o mapa que estava faltando.
Não como intuição, mas como leitura clínica fundamentada. Você sabe o que está se passando e sabe exatamente por quê.
A hesitação dos momentos mais difíceis — quando a sessão trava no mesmo ponto — passa a ter uma resposta clara dentro de você.
Porque você entende o que mantém os padrões no lugar. E sabe trabalhar com isso, não contra isso.
Sem precisar escolher entre moderno e profundo. Sem sentir que está traindo sua formação. As duas perspectivas passam a se confirmar, porque sempre estiveram descrevendo a mesma coisa.
Não como argumento de marketing, como realidade clínica. Quando o paciente evolui de forma visível e você atende com a autoridade de quem sabe o que está fazendo, o reposicionamento de valor acontece naturalmente.
Mais de 15 anos de prática na clínica com a psicanálise e na docência com aula, supervisão e coordenação de clínica escola.
Mestre e doutoranda, com pesquisas voltadas para Psicanálise e neurociência.
Participação em vários congressos e eventos nacionais e internacionais.
Publicação de 2 livros na área.
"Houve um momento na minha clínica em que algo não fechava. Eu escutava e interpretava, mas alguns pacientes, sobretudo os à beira do suicídio ou imersos em dor sem nome, não melhoravam. Foi quando entendi: não era falta de técnica, era falta de integração. Muitos não precisavam primeiro de interpretação, mas de regulação. Não bastava medicação ou discurso, era preciso experiência real, vínculo e pequenas doses de vida. Não há desejo onde não há energia psíquica para sustentar o viver.
Com os pacientes borderline, isso ficou ainda mais claro: não simbolizam, atuam. Não era resistência, mas limitação estrutural e interpretar, às vezes, era violento. Abandonei a vaidade da interpretação pela ética do cuidado e busquei na neurociência um suporte para a clínica real. Hoje, penso em gente: que precisa ser regulada antes de ser interpretada, sustentada antes de ser confrontada. Essa virada mudou minha escuta, minha prática e o destino de muitos pacientes."
Veja o que acontece na clínica de quem já integrou a neuropsicanálise ao seu manejo.
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Uma hora de supervisão com um profissional de referência custa entre R$ 200 e R$ 500.
Uma especialização com conteúdo equivalente começa em R$ 2.000.
Esta imersão entrega em 3 horas o que levaria meses para construir sozinho — por um valor menor do que uma única sessão de supervisão.
Você vai sair daqui com algo que a formação tradicional ainda não entregou: o entendimento de por que o que você faz funciona — e o mapa para agir com mais precisão a partir da sessão seguinte.
02 de maio • Online • 14h • 3 horas ao vivo
à vista ou em até 12x no cartão
O que você vai receber:
De um paciente que repete padrões. De um momento que travou. De uma dúvida que ficou depois que ele saiu.
Essa lembrança não é acaso. É o que essa imersão existe para resolver.
O que você vai aprender aqui não vai substituir o que você já construiu. Vai mostrar que o que você construiu sempre teve fundamento — e que a clareza que ainda falta é uma questão de perspectiva, não de capacidade.
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